quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Ovo Mexido mais caro da minha vida

Fim de semana passado, estive no Rio de Janeiro novamente. Dessa vez, para um casamento, na noite de sábado.
Foi lindo o casamento! Muito alegre, boa música, boa comida, boa bebida, noiva linda e noivo pra-lá-de-feliz!

Domingo, convidados paulistas acordando de ressaquinha, e parece que até o tempo estava de ressaca: enquanto o sábado foi de sol forte e céu limpo, o domingo amanheceu com muita chuva!

Fomos, então, após sugestão do Evandro (um dos colegas de trabalho do HK), ao bistrô & café Escola do Pão, do ladinho do Jardim Botânico e da Lagoa Rodrigo de Freitas.
Uma pequena explicação antes de continuarmos: o Evandro pediu as contas recentemente. Vai para a Itália, fazer intercâmbio por seis meses. Já está pensando e gastando em euro, outro nível. Continuando:
O lugar é FOFO, todo rústico, com arzinho provençal, quadrinhos franceses pra lá e pra cá e outro com os dizeres "Melhor café da manhã, pela Vejinha RJ, 2009".
Sentamos, felizes da vida... mas a sensação durou pouco: antes mesmo de tomar o primeiro gole de suco de laranja orgânica cultivada em terras areadas por minhocossugos tailandeses, o golpe: o café custava SESSENTA E CINCO REAIS (e vinte e cinco centavos)!
Enfim, como quem está na chuva é pra se molhar (para não lembrar outro ditado popular), tomamos nosso suco, pedimos repeteco e nos esbaldamos com o rodízio: sanduíches de brie com damasco, misto quente de peito de peru, cachorrinho quente, madeleines, bolinho branco, bolinho de chocolate, iogurte batido com frutas, café, creme de mamão papaia com granola, curauzinho, cesta de pãezinhos com manteiga e geléias, waffles, biscoitinho doce e a grande estrela do café: o OVO MEXIDO.
Parece brincadeira, mas o ovo estava FANTÁSTICO de bom. Sem dúvida o melhor que já comi na vida: completamente homogêneo, tempero na medida certa... muito gostoso!
Agora... R$ 65,25 por um ovo mexido?? Só se ele tivesse sido chocado pela galinha dos ovos de ouro, né!!!

Voltarei: não, merci
Para ir: com mãe, amigas
Tipo: boulangerie chic

Fotos: Divulgação
Serviço de Utilidade Pública: R. General Garzon, 10 - Lagoa - Rio de Janeiro - tel. (21) 2294-0027

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Segóvia

(Vou escrevendo meus posts sobre a Espanha aos poquitos. Assim, vou revivendo algumas partes da viagem, e ela rende mais do que os curtos 15 dias, né...)

Eu sou superadepta daquele ditado "em Roma, faça como os Romanos"; por isso, sempre tento comer os pratos típicos da região que estou visitando. É quase garantia de comida boa e barata.

Em Segóvia, uma cidade pequenininha que fica perto de Madrid (30 minutos de AVE), por exemplo, não perca o cochinillo asado, um leitão com uma casquinha bem crocante e leve, e a carne extremamente macia.
Diz a lenda que o cochinillo deve ser cortado com um prato e, de tão macio, deve se desfazer.
Lógico que Patynha e eu não ficaríamos fora dessa, né! Escolhemos o Chípen, um restaurante bem perto do aqueduto (lindo, TEM que ver!), que não tem a fama do Mesón Cándido, mas tinha uma cara boa e um preço mais mochileiro.
Na Espanha (talvez seja na Europa como um todo, mas não tenho certeza), é muito comum o menú del día, que, por um preço fechado (e normalmente baixo), inclui entrada, prato principal, sobremesa, bebida e pão. O do Chípen vinha com sopa castellana + cochinillo asado + pão + vinho + flan, de sobremesa. Saía por menos de EUR 12,00!

¡Vaya si comí! Estava uma delícia! A sopa é feita de jamón, ovo, pedacinhos de pão, com um gosto bastante marcado de alho e azeite. O leitão realmente desmaaaancha na boca (no garfo já), com uma casquinha bem fininha e crocante... o melhor porco que já comi na vida!
Segóvia foi uma ótima experiência: a cidade é cheia de monumentos interessantes (o aqueduto, o Alcázar, a linda e enorme Catedral...), as ruas pequenininhas são lindas (parece que a cidade parou no século XVIII), a comida estava fantástica, e as pessoas foram todas muito gentis e educadas (não tão fácil de se encontrar na Espanha...).

Recomendo fortemente.

Fotos: Fernanda I. e Patrícia Ohuti

sábado, 5 de dezembro de 2009

Fernandica preguiçosa

Mora sozinho?
Mamãe foi viajar?
Mamãe está em greve?
Não aguenta mais miojo?

Não passe mais fome!
Chega dessa vida!

A fernandica de hoje é comida congelada. Mas não qualquer uma: o filé de peito de frango congelado e temperado (lemon pepper) da Bassi é fantástico de bom!! Não precisa ser retemperado, não fica seco e não precisa ser descongelado antes de ir para a frigideira!! E ainda é muuuito gostoso!! O pacote de 800g (tem uns 7 filés) está R$ 16,94 no site do Pão de Açúcar, mas você pode encontrá-lo em outros lugares, também, como no Emporium São Paulo.

Daí, é só fazer uma saladinha e correr pro sofá!

Foto: site do Pão de Açúcar

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Tarantela (2)

Domingo, fui a uma cantina com um nome bem estranho: a C Que Sabe.
Bixiga, tarantela, massa... quer mais italiano do que isso? Sim! Ok, vá lá: barulho! De tempos em tempos, durante toda a refeição, eles tocam músicas tradicionais italianas com muita empolgação; mas tanta que chegam a jogar (intencionalmente) as bandejas de inox no chão, fazendo aquele estardalhaço. Na primeira vez que isso aconteceu, fiquei até assustada, mas, depois... é como se você estivesse na casa da Nonna!!

As porções também são da nonna: 2 pratos serviram 6 pessoas com folga, especialmente depois do farto couvert, cuja estrela-mór foi a beringela à parmegiana, fininha, coberta por muita mussarela derretida, supersaborosa!
A massa é caseira, feita lá mesmo. Muito boa. O único ponto de atenção é: fusilli feito em casa não é o parafuso que estamos acostumados - é uma massa sem muita forma definida... parece um cordão disforme.

A conta saiu razoável: R$ 37,87 por pessoa, sendo que eu e a Aluizia tomamos uma caipirinha, minha irmã tomou uma cerveja, e as demais pessoas tomaram bebidas não-alcóolicas.

Voltarei: talvez. Sou mais fã da Roperto e da Lazzarella, que, além de boa, é superbarata.
Para ir: com amigos, família, bastante gente...
Tipo: cantina!

Serviço de utilidade pública: R. Rui Barbosa, 192 - Bela Vista - tel. 3289-2574

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ping Pong

Dezembro já (ou para outros, finalmente) chegou, e este é um mês crítico para cumprir as promessas feitas lá no começo e ao longo de 2009, pelo menos para mim.

E a visita ao Ping Pong (bem como escrever sobre no blog) foi uma das promessas/planos que risquei da minha listinha sexta-feira passada.

Apesar de ser comida cantonesa (dim sum), ela faz parte de uma rede londrina, o que reflete num ambiente modernoso, clean, atendentes ocidentais, pratos, música-ambiente techno de balada (pelo menos no jantar), pratos pequenos, preços elevados e horário de pico no jantar é a partir das 21h30 e o ambiente fica dominado por gente arrumada para a balada.

O sistema de lá é o seguinte: há 2 cardápios (um de bebidas e outro de dim sums), o de dim sum vai te acompanhar durante a refeição para que você peça as porçõezinhas de acordo com sua fome/curiosidade. Na folha de pedido (foto acima) você vai marcando qual(is) porção(ões) você quer e o tempo para chegar na mesa é de aproximadamente 10 minutos.

Começamos pedindo os dumplings (um de carne de porco e outro de frutos do mar - foto acima), feito com massa de arroz transparente e uma porção roll de pato (espécie "sushi" chinês). A maioria das porções vem com 3 unidades, são cozidos ao vapor nesses recipientes típicos de bambu.

Nosso segundo pedido incluiu beringela (nada de especial), char siu bau (叉燒包) - pão de massa branca com recheio de carne de porco (indicado para dar "sustância" à refeição) e um "spicy chicken" (foto acima com formato triangular), que de spicy não tinha nada.

O ambiente é super descontraído para você conversar enquanto saboreia a comida, apesar das mesas para 2 serem um tanto grudadas uma nas outras e serem pequenas para acomodar as porções.

A conta saiu R$ 98,00, incluindo o serviço e as bebidas (o meu foi um chá com essência de lichia e gengibre e do meu namorado chá verde quente, não recomendo este último, pois o "sistema" infusão das folhas de chá não é lá muito prático para beber), mas cuidado, o casal sentado ao nosso lado deixou R$200,00 sem perceber.

Voltarei: sim
Para ir: acompanhado para poder provar diversos dim sums, em grupo (há mesa redonda)

Tipo: cozinha chinesa/cantonesa; "petiscos" orientais

Serviço de Utilidade Pública: R. Lopes Neto, 15, Itaim-Bibi, 3078-5808

domingo, 29 de novembro de 2009

My first cupcakes

Nem parece que faz um mês desde o meu último post.

Só para não deixar novembro sem um post meu, vou compatilhar a experiência da minha primeira fornada dos meus bolinhos de copinho.

Tudo começou numa quinta-feira ensolarada, um calor de mais de 32 graus aqui em São Paulo. Estava eu em meu trabalho, atolada de tarefas, quando decidi finalmente (depois de meses) que, ao sair do trabalho naquele dia, iria à Barra Doce comprar as formas de cupcake e as forminhas de papel.

Quando ia deixar a loja, adivinha? Começou a cair aquele pé d'água típico dos verões (apesar de estarmos na primavera), tomei a maior chuva para chegar até o carro e as ruas de Moema estavam todas alagadas (medo!), bom, é o que dá por eu finalmente resolver fazer as diversas receitas que separei há tempos, né?

Foram preparadas 2 receitas:
- Laranja com gotinhas de chocolate, receita do Technicolor Kitchen
- Chocolate com cobertura de Nutella e granulado, receita adaptada da Claudia Cozinha Experimental (que era com cobertura de ganache de chocolate, mas não tive coragem de fazer), compilada abaixo:
Ingredientes:
-3/4 de xícara de cacau em pó
-3/4 de xícara de água quente
- 3 xícaras de farinha de trigo
- 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- 1 colher (chá) de sal
- 300g de manteiga
- 2 1/4 xícaras de açúcar
- 4 ovos grandes, em temperatura ambiente
- 1 colher (sopa) essência de baunilha
- 1 xícara de iogurte natural

Preparo:
Em uma tigela, misture o cacau com a água quente até ficar homogêneo. Em outra tigela, misture a farinha com o bicarbonato, o fermento e o sal. Reserve. Em uma panela, derreta a manteiga com o açúcar sobre fogo baixo, mexendo sempre. Transfira para uma tigela e bata com a batedeira por cinco minutos ou até esfriar. Junte os ovos, um de cada vez, batendo sempre após cada adição. Adicione a baunilha, a mistura de cacau e bata até ficar homogêneo. Reduza a velocidade da batedeira e acrescente a mistura de farinha em 2x, alternando com o iogurte, batendo apenas para deixar a massa homogênea. Divida a massa entre as forminhas de papel, preenchendo até 3/4 da altura de cada forminha. Leve ao forno moderado (180 graus), pré aquecido) por 20 minutos, ou faça o teste do palito. Deixe esfriar sobre grade.

Gostei bastante do resultado do cupcake de chocolate, a massa fica super fofa e não fica doce, fiz meia receita e consegui 12 bolinhos.

Já o de laranja, não gostei tanto do resultado, depois de esfriar ele fica um pouco massudo, prefiro meu bolo de laranja.

Foto: Yummiest Photos

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Vira-vira

No feriado, fui ao Portucale com HK e família.
O ambiente é uma graça: todo rústico, com pedras e tijolo a vista, parecendo um castelinho feudal. O atendimento, atencioso, e a comida prometia: comida portuguesa... ai, que delícia! Bacalhau sempre foi uma das paixões da minha vida. Adorava, adoro, adorarei pro resto da vida!
Comemos o couvert (o de sempre: azeitonas, patê, manteiga...) sem grandes revelações e esperamos ansiosos a estrela da noite, em duas versões: à Brás e no forno (foto).

Não vou ser crica: estava gostoso... mas faltou um sotaque, aquela viradinha no bigode talvez... não sei, mas não deu liga. As postas do bacalhau no forno estavam fartas, mas o bacalhau à Brás estava beeeem seco. A sensação que tive (compartilhada pela mãe do HK) foi que o bacalhau tinha sido dessalgado demais.

Os pratos vêm em quantidade suficiente para três pessoas e custam, em média, R$ 80. A conta saiu bem próxima de R$ 50 por pessoa, com bebidas não alcóolicas e sobremesa (ah, ponto contra: não tinha pastel de Belém... mas eu me satisfiz com um pastel de Santa Clara!). Durante a semana, entretanto, sai bem em conta: os pratos de peixe, todos, saem por R$ 29, enquanto os demais saem por R$ 19 (em porções individuais).

O bacana é a trilha sonora: aos sábados, tem apresentação de fado, com uma cantora muito simpática que canta com sotaque, mas fala sem!

Voltarei: quando eu for trabalhar na Vila Olímpia, talvez vá durante a semana
Para ir: com grupos de amigos/ parentes
Tipo: comida portuguesa

Foto: divulgação

Serviço de Utilidade Pública: Rua Nova Cidade, 418 - Vila Olímpia - tel. 3845-8929

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Por que?? POR QUE?????

Quando eu era feliz (i.e. quando trabalhava na Paulista), às vezes, ia almoçar com meus amiguinhos Roger e Patynha. Uma vez, fomos ao São José, uma parrilla uruguaia fantástica lá na Jaú e saímos de lá satisfeitíssimos - comida boa a preço justésimo.

Fine.

Umas semanas atrás, depois de milhares de propagandas positivas, finalmente convenci meu namorado e sua família a almoçar no lugar.
Pedimos empanadas de entrada. Estavam secas e frias. A maior impressão de que tinham sido requentadas no microondas.
Depois, pedimos o mix parrilleiro (ao ponto), uma saladinha e batatas à provençal. Eu não sei o que eles entenderam por "ao ponto", mas eu suspeito que o "ponto" uruguaio seja "ponto de carvão"!
- Olha o escândalo...
Ok, brincadeira. Não estava bem passado desse jeito, mas algumas peças chegavam a nem estar vermelhinhas tipo rosbife! Sangue, então, só o meu - fervendo...

Saímos de lá tão insatisfeitos que a sobremesa ficou por conta do Yogurberry.
Agora, a pergunta: Por que o São José piorou tanto?? POR QUE??? POR QUE???
Era fim de semana de feriado. Nem eu trabalharia feliz. Vai ver que foi isso.

Voltarei: só nos almoços de dia útil.
Para ir: com amigos.
Tipo: parrilla uruguaya

Foto: Helio Kwon
Serviço de utilidade pública: Al. Jaú, 1791 - Jardins - tel. 3567-1792

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Bistrot de verdade

Outro dia, fui jantar no La Tartine (que não tem site).
Fui bem cedo porque minha amiga disse que o lugar LO-TA-VA. Não é bem assim: no inverno, realmente é aconselhável chegar antes das 20h30, mas, no verão... aquele calorzão lá fora, a galera não quer saber de vinho, quer saber de chopp, e você pode até enrolar um pouco mais em casa e aparecer só umas 21h00 lá no bistrô.

O La Tartine é bistrô de verdade: pequenininho, decoração bacaninha, cardápio minúsculo (muita quiche, muita saladinha, muito croque e duas opções de prato que variam conforme o dia) e preço decente. Aposto que, nem em Paris, os bistrôs saem caros que nem os de São Paulo.
Aceitamos a sugestão do garçon e fomos de steak ao molho de roquefort e batatas gratinadas, mal passado, porque francês que é francês gosta de carne mugindo. Vem com uma saladinha e estava uma delícia: carne macia, saladinha gostosa, molho marcante, sem ser enjoativo... muito bom!
Depois, fomos de tarte aux pommes, com sorvete. Tinha ouvido maravilhas sobre a sobremesa, mas me decepcionei. Não me entenda mal: estava bom, mas, depois de ler tantas coisas a respeito, estava com a expectativa nas alturas.
Quando veio a conta, senti-me numa cidade justa novamente: R$ 41,00 por pessoa (o steak foi R$ 29 - é o prato mais caro. As quiches saem por R$ 19).

Ao lado, tem uma lojinha, a Loja-loja, que vale a visita. Tem pijama, artigos de decoração, bijoux... tudo com o maior estilo e muita personalidade! Uma graça. E uma facada. Mas vai lá e veja com seus próprios olhos.

Voltarei: sim, quero experimentar a quiche de chèvre com tomate. Todos falam que é ótima.
Para ir: com amigas, com namorado, com pouca gente. O restaurante só tem 80 lugares.
Tipo: bistrôzinho charmoso.

Fotos: Helio Kwon

Serviço de utilidade pública: R. Fernando de Albuquerque, 267 - Consolação - tel. 3259-2090. Só abre para jantar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Desatualizado

Este blog está completamente desatualizado... eu e minhas colaboradoras andamos a maior vergonha virtual ever. Este post, por exemplo, é sobre um programa que fiz há dois fins de semana e nem está mais disponível! Mas não tem problema porque não é o que fui fazer lá que recomendo, mas, sim, o lugar: vocês já visitaram a Cinemateca??

Eu, o HK e o Evandro fomos assistir a um filme da Mostra Internacional de Cinema no domingo, dia 01/novembro. O filme, "Singularidades de uma Rapariga Loura", era para-lá-de-esquisito e não tenho muito o que comentar sobre ele... mas a Cinemateca é O próprio programa!

Perto do Parque Ibirapuera, onde antigamente funcionava um matadouro de bois (não se preocupe, não tem nenhum ar mórbido), o lugar é prato cheio para quem gosta daquele ar antigo do Centro Velho de São Paulo: galpões amplos, restaurados, onde ainda se vê, através de um piso de vidro, o trilho do trem que chegava com os boizinhos prestes a serem sacrificados.
A Cinemateca tem duas salinhas confortáveis e bem equipadas onde não há projeção do circuito comercial, somente programação própria e mostras especiais. Quando fui, além da Mostra Internacional, havia uma exposição do Ingmar Bergman; agora, você pode conferir o especial "O OUTRO LADO DO MURO: O CINEMA DA ALEMANHA ORIENTAL" ou o "CINEMA MARGINAL BRASILEIRO", com uma seleção de filmes que retratam os temas.

As sessões custam R$ 8 (inteira, mas aceita carteirinha de estudante para meia), ou têm entrada franca (caso da Programação de Curtas).

Fotos: Helio Kwon